Exquisito

Depois das certezas absolutas o que nos sobrará? E depois de acontecer aquilo que imaginávamos ser impossível acontecer? As certezas absolutas pouco ou nada interessam para quem a única certeza é a criação. A arte provoca dissonância justamente porque escapa ao senso comum, porque expande os nossos processos de apreensão da realidade. A base do espírito da criação artística reside na interrogação e na complexidade. O Exquisito é o festival de criação artística emergente que chega a Telheiras entre 13 e 15 de Setembro.

Descobre a programação completa do Exquisito aqui Descarregar programa

quinta.13

QUI.13 / 18h30

Fado Bicha

Exterior do lagar

O Fado Bicha é um projeto musical e activista, criado por Lila e João Caçador. Uma releitura queer e subversiva do fado enquanto lugar de expressão e visibilidade, acessível a todos, passível de ser reclamado como instrumento de luta, de intervenção e alvoroço.

QUI.13 / 19h15

Conversas Exquisitas

Depois das certezas absolutas nas artes visuais

Pátio da Biblioteca

Qual o potencial da arte enquanto unificador de diferentes visões? Partindo do mote depois das certezas absolutas, serão abordados vários tópicos correntes na produção e criação artística contemporânea e colocadas, em diálogo, algumas das obras apresentadas no primeiro ano do Exquisito.

Com Francisco Pinheiro, Paulo Morais, Tomaz Hipólito, Clara Imbert, Carolina Pimenta. Moderação de Pedro Saavedra e Carolina Trigueiros.

QUI.13 / 20h00

Leituras encenadas no sub palco

Um passo atrás - Panfleto Vivo

auéééu

Auditório da Biblioteca - Subpalco

Esta performance é o panfleto vivo de um espetáculo ainda por vir e o esboço de um conjunto de questões que surgem perante a imposição que é ter de se “ganhar a vida”. É no acto artístico que os auéééu encontram uma das formas de testar os limites do conceito de trabalho, formulando uma hipótese de vida que poderá revelar-se um elogio à preguiça ou um desejo de ser inútil.

QUI.13 / 20h15

Lançamento Revista Gerador de Setembro

Gerador

Pátio da Biblioteca

Ainda há quem pergunte porquê e vá para além daquilo que, um dia, foram as certezas. E os que fazem arte sem a meterem em caixinhas: será teatro? será dança? será um documentário ou ficção? serão os dois? Nesta edição, sob o tema Depois das Certezas Absolutas, vamos à procura de quem misture a ciência e arte, para encontrar respostas, dos novos colectivos de artistas e de quem escreve as linhas do nosso futuro. A Revista Gerador é uma revista bimestral dedicada à cultura portuguesa que chega agora à 21º edição.

QUI.13 / 20h30

Da janela enquanto danço

Luísa Amorim e Rosana Ribeiro

Escola Psicossocial de Lisboa

Da janela enquanto danço é uma versão da Tabacaria de Fernando Pessoa. Uma viagem fugaz por vários campos das artes entre a dança, a performance e a literatura. Um jogo, como a vida, fragmentado e uma leitura orquestrada a várias línguas, dançada a corpo, a carne e a sopro. Este projecto nasce da vontade de duas artistas portuguesas que a viver em Londres decidiram trabalhar juntas, uma performance artist e uma bailarina.

Qui.13 / 21h00

Submerged

BLEID

Lagar da Quinta de São Vicente

Submerged é a segunda instância de Water - Submerged | Resurface, uma peça de música electrónica para quatro colunas cuja primeira parte foi apresentada em 2016. Este momento procura explorar a relação entre diversas formas de ondulação mecânica, utilizando o meio líquido como ponto de partida para chegar ao som e à luz.

Qui.13 / 22h00

André Hencleeday Quartet

Auditório da Biblioteca – Sala Principal

Uma peça acerca dela mesma com André Hencleeday ao piano e na direcção, Carlos Santos na electrónica e objectos amplificados, Emidio Buchinho na guitarra eléctrica expandida e Abdul Moimême na guitarra eléctrica e outros objectos.

QUI.13 / 23h00

Clothilde

Lagar da Quinta de São Vicente

Clothilde recorre ao uso de maquinaria caseira, construída de raíz por HOBO e quitada para excursões improvisadas onde as noções de ritmo e melodia são continuamente esbatidas, num fluxo amplamente sensorial e sem ponto de chegada definido. Gosta de ser conduzida pelas máquinas e pelos estímulos que estas lhe sugerem.

Todos os dias em permanência

2018 set_03

Tomaz Hipólito

Cozinha do Lagar

Tomaz Hipólito apresenta uma instalação site-specific numa antiga cozinha, recriando neste espaço um novo ambiente: um possível laboratório onde o elemento central de estudo é a água. O gesto de devolver ao espaço uma das suas principais funções, a da transformação, permite reinventar a experiência em torno da água, elemento básico e fundamental à vida. 2018 set_03 ocupa toda a dimensão do espaço com diferentes camadas sensoriais e níveis de experiência: a do artista, a do elemento em estudo, do espaço e, em última análise, a da consciencialização. Esta instalação será activada com uma performance dia 14 de Setembro às 19h30.

todos os dias / a várias horas

6 personagens à procura de um filme

Cristóvão Campos e Rita Rocha Silva

Auditório da Biblioteca - Aquário

Uma interpretação, por Rita Rocha Silva, do álbum 6 músicas à procura de filme de Cristóvão Campos, numa performance constituída por seis momentos de reflexão sobre o real e o ficcionado, a noção de identidade e de artificial.

Todos os dias em permanência

Antília

Carolina Pimenta

Pátio da Biblioteca

Carolina Pimenta apresenta fotografias em grande escala que remetem para a sua pesquisa durante uma viagem a São Miguel nos Açores. Uma etnografia emocional da ilha, usando a paisagem, a mitologia local e a geografia. Estas imagens, apresentadas em conjunto no foto livro Antília, contam a história de um amor impossível, o mito de dois amantes e tratam de forma não linear um estado sentimental, ainda hoje vivo e conectado à paisagem e vivência daquele local.

Todos os dias em permanência

Meanwhile, Here

Clara Imbert

Pátio da Biblioteca - Tanque

Clara Imbert apresenta uma instalação site-specific que recorre a objectos visuais e instrumentos de exploração espacial. Uma proposta que joga com a geometria do espaço, descontruíndo-o e aludindo a noções de percepção e perspectiva. O espectador é confrontado neste limite entre a ilusão, o reflexo e as linhas de focagem e desfocagem.

Todos os dias em permanência

Desarvorar

Francisco Pinheiro e Paulo Morais

Galeria e Sala do 1º Piso da Biblioteca

Atendendo à singularidade sonora de cada espécie de ave, os artistas desenvolveram uma série de trabalhos sonoros, reunindo diferentes objectos remanescentes da indústria e da paisagem costeira. No Exquisito apresentam a escultura cinética Fluxo migratório, dois vídeos performance, Avepeixeave e Voo Picado e, ainda, a escultura sonora Chilrear de Mesa, esta activada numa performance exterior no dia 14 de Setembro às 18h30. Algumas das obras são ainda acompanhadas de uma selecção de livros da própria Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em torno das aves, fragilização dos ecossistemas e o impacto da actividade humana. A selecção dos livros será feita por Álvaro Fonseca, investigador na área das ciências da vida e colaborador do West Coast.

Todos os dias em permanência

Incertezas Absolutas nas artes visuais

Por vários espaços do Exquisito

Um conjunto de artistas ocupa vários espaços do Exquisito, habitando o percurso que vai desde a Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro até ao Metro de Telheiras. Este grupo heterogéneo apresenta desde escultura, vídeo ou instalação, questionando a importância da incerteza na criação e a ambiguidade, contradição e erro que esta permite.

ABCC, Bárbara Bulhão, Diogo Bolota, David Oliveira, João Viotti, Mariana Dias Coutinho, Xana Sousa

Todos os dias em permanência

Exposição Instantânea

Por vários espaços do Exquisito

10 instagramers revelação convidados mostram como se sentem Depois das Certezas Absolutas com novos trabalhos originais todos os dias.

@calvet_scenesfromamemory, @davidaba, @eyes.of.rita, @lippesim, @margaridareispereira, @mariana.procha, @matilde__cunha, @matildeviegas, @miguelvmiguel e @_osowa

sexta.14

SEX.14 / 18h30

Chilrear de mesa

Francisco Pinheiro e Paulo Morais

Esquina da Capela

Entrada livre

Atendendo à singularidade sonora de cada espécie de ave, os artistas desenvolveram uma série de trabalhos sonoros, reunindo diferentes objectos remanescentes da indústria e da paisagem costeira. A instalação sonora Chilrear de mesa, de Francisco Pinheiro e Paulo Morais, será aqui activada numa performance de exterior.

SEX.14 / 19h15

Conversas Exquisitas

Depois das certezas absolutas na música

Pátio da Biblioteca

A música ontem, hoje e amanhã pelas palavras de artistas que a exploram em diferentes dimensões.

Com Luís Fernandes, Joana Gama, Mariana Freitas (Bleid), Diana Combo (Eosin), Mestre André (O Morto). Moderação Pedro Saavedra e Daniel Neves (MMMOOONNNOOO).

SEX.14 / 19h30

2018 Set_03

Tomaz Hipólito

Cozinhas do Lagar

A instalação 2018 set_03 de Tomaz Hipólito, em permanência nos três do Exquisito, será activada com uma performance do artista dia 14 às 19h30 nas antigas cozinhas do lagar. O gesto de devolver ao espaço uma das suas principais funções, a da transformação, permite reinventar a experiência em torno da água e recriar o ambiente proposto. Todo o processo é parte do trabalho.

SEX.14 / 20h00

Leituras encenadas no sub palco

L'Age Libre

Catarina Rôlo Salgueiro, Isabel Costa, Leonor Buescu, Mia Tomé e Nídia Roque

Auditório da Biblioteca - Subpalco

Selvaticamente inspirado em Fragmentos de Um Discurso Amoroso, de Roland Barthes, “L’age Libre” é um texto inédito em Portugal, apresentado em 2016 pela companhia de teatro Cie Avant l'Aube no Festival de Teatro de Avignon, França. Um discurso geracional sobre relações, problemas sociais e quotidianos que conta com 5 actrizes em palco, 5 cadeiras, 2 microfones e uma guitarra semi-acústica que vai musicar o projecto com canções originais.

SEX.14 / 20h30

Da janela enquanto danço

Luísa Amorim e Rosana Ribeiro

Escola Psicossocial de Lisboa

Da janela enquanto danço é uma versão da Tabacaria de Fernando Pessoa. Uma viagem fugaz por vários campos das artes entre a dança, a performance e a literatura. Um jogo, como a vida, fragmentado e uma leitura orquestrada a várias línguas, dançada a corpo, a carne e a sopro. Este projecto nasce da vontade de duas artistas portuguesas que a viver em Londres decidiram trabalhar juntas, uma performance artist e uma bailarina.

SEX.14 / 21h00

O Morto

Mestre André

Lagar da Quinta de São Vicente

Embora a sua música esteja agora mais próxima de uma abordagem soundscape composition, O Morto começou por ser um projecto de free improv/noise em 2012 com o álbum Memento Mori. Na procura de uma nova direcção, recolheu samples, gravações de campo e sons electrónicos reunidos na densa e enigmática peça The Forest, the People and the Spirits, composta em 2015 e com duas edições em 2016 e 2017. Hoje, está a criar e a explorar novos caminhos. O que virá é ainda uma incógnita.

SEX.14 / 22h00

Joana Gama e Luís Fernandes

Auditório da Biblioteca - Sala Principal

Um novo concerto em estreia absoluta no Exquisito. Depois de um período de trabalhos colaborativos em 2016 com Ricardo Jacinto e em 2017 com José Alberto Gomes e com a Orquestra de Guimarães, Joana Gama e Luís regressam ao trabalho em duo.

SEX.14 / 23h00

Die Von Brau

Lagar da Quinta de São Vicente

No Exquisito, Die Von Brau apresenta excertos do seu próximo álbum, que sai para a rua no final de 2018. Este é e será o seu trabalho mais ambicioso, o culminar de 3 anos de produção onde são visíveis os diferentes momentos que o músico passou. A sua vontade é mesmo a de transcender o próprio estilo a que foi associado e evoluir para algo mais tangível.

Todos os dias em permanência

2018 set_03

Tomaz Hipólito

Cozinha do Lagar

Tomaz Hipólito apresenta uma instalação site-specific numa antiga cozinha, recriando neste espaço um novo ambiente: um possível laboratório onde o elemento central de estudo é a água. O gesto de devolver ao espaço uma das suas principais funções, a da transformação, permite reinventar a experiência em torno da água, elemento básico e fundamental à vida. 2018 set_03 ocupa toda a dimensão do espaço com diferentes camadas sensoriais e níveis de experiência: a do artista, a do elemento em estudo, do espaço e, em última análise, a da consciencialização. Esta instalação será activada com uma performance dia 14 de Setembro às 19h30.

todos os dias / a várias horas

6 personagens à procura de um filme

Cristóvão Campos e Rita Rocha Silva

Auditório da Biblioteca - Aquário

Uma interpretação, por Rita Rocha Silva, do álbum 6 músicas à procura de filme de Cristóvão Campos, numa performance constituída por seis momentos de reflexão sobre o real e o ficcionado, a noção de identidade e de artificial.

Todos os dias em permanência

Antília

Carolina Pimenta

Pátio da Biblioteca

Carolina Pimenta apresenta fotografias em grande escala que remetem para a sua pesquisa durante uma viagem a São Miguel nos Açores. Uma etnografia emocional da ilha, usando a paisagem, a mitologia local e a geografia. Estas imagens, apresentadas em conjunto no foto livro Antília, contam a história de um amor impossível, o mito de dois amantes e tratam de forma não linear um estado sentimental, ainda hoje vivo e conectado à paisagem e vivência daquele local.

Todos os dias em permanência

Meanwhile, Here

Clara Imbert

Pátio da Biblioteca - Tanque

Clara Imbert apresenta uma instalação site-specific que recorre a objectos visuais e instrumentos de exploração espacial. Uma proposta que joga com a geometria do espaço, descontruíndo-o e aludindo a noções de percepção e perspectiva. O espectador é confrontado neste limite entre a ilusão, o reflexo e as linhas de focagem e desfocagem.

Todos os dias em permanência

Desarvorar

Francisco Pinheiro e Paulo Morais

Galeria e Sala do 1º Piso da Biblioteca

Atendendo à singularidade sonora de cada espécie de ave, os artistas desenvolveram uma série de trabalhos sonoros, reunindo diferentes objectos remanescentes da indústria e da paisagem costeira. No Exquisito apresentam a escultura cinética Fluxo migratório, dois vídeos performance, Avepeixeave e Voo Picado e, ainda, a escultura sonora Chilrear de Mesa, esta activada numa performance exterior no dia 14 de Setembro às 18h30. Algumas das obras são ainda acompanhadas de uma selecção de livros da própria Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em torno das aves, fragilização dos ecossistemas e o impacto da actividade humana. A selecção dos livros será feita por Álvaro Fonseca, investigador na área das ciências da vida e colaborador do West Coast.

Todos os dias em permanência

Incertezas Absolutas nas artes visuais

Por vários espaços do Exquisito

Um conjunto de artistas ocupa vários espaços do Exquisito, habitando o percurso que vai desde a Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro até ao Metro de Telheiras. Este grupo heterogéneo apresenta desde escultura, vídeo ou instalação, questionando a importância da incerteza na criação e a ambiguidade, contradição e erro que esta permite.

ABCC, Bárbara Bulhão, Diogo Bolota, David Oliveira, João Viotti, Mariana Dias Coutinho, Xana Sousa

Todos os dias em permanência

Exposição Instantânea

Por vários espaços do Exquisito

10 instagramers revelação convidados mostram como se sentem Depois das Certezas Absolutas com novos trabalhos originais todos os dias.

@calvet_scenesfromamemory, @davidaba, @eyes.of.rita, @lippesim, @margaridareispereira, @mariana.procha, @matilde__cunha, @matildeviegas, @miguelvmiguel e @_osowa

sabado.15

SAB.15 / 18h30

Leach

Rui Paixão

Largo da Rua José Pedro Machado

Entrada livre

Uma performance e instalação onde o autor se propõe a uma metamorfose que quer alcançar um estado de desbloqueio mental e físico. Preso a uma trela, move-se num jogo entre a raiva e o confronto directo com o espectador. Um desafio de 45 minutos que é também um protesto a uma arte futura, presa à necessidade do criador dar respostas políticas, comerciais e carreiristas contra a sua liberdade e vontade artística.

SAB.15 / 19h15

Conversas Exquisitas

Depois das certezas absolutas nas artes performativas

Pátio da Biblioteca

O público ainda é o principal destinatário dos momentos performativos? Será que ainda faz sentido perguntar o que é uma performance? Seguindo o rasto do tema Depois das Certezas Absolutas queremos perguntar a artistas/performers de várias origens quais são as fronteiras da sua criação. Falaremos de tudo e de nada com a certeza de que não existem certezas no palco, nem o palco em si. Pra onde vamos é a pergunta rainha, quem somos será o rei das respostas.

Com Sérgio Coragem, Luísa Amorim, Rui Paixão e Isabel Costa. Moderação de Pedro Saavedra e Rosana Ribeiro.

SAB.15 / 20h00

Leituras encenadas no sub palco

Lisboawood

As Crianças Loucas

Auditório da Biblioteca - Subpalco

Na velha gelataria, os habitantes de Lisboawood fazem todos os possíveis para manter a cidade do futuro a funcionar. Persistem em encontrar um lugar para se estabelecerem e dedicarem aos seus ofícios e lidam com as dificuldades que encontram em manter uma relação, uma casa, um trabalho, na cidade onde tudo tem um valor e tudo tem uma finalidade. Este é o segundo espectáculo d’As Crianças Loucas.

SAB.15 / 20h30

Da janela enquanto danço

Luísa Amorim e Rosana Ribeiro

Escola Psicossocial de Lisboa

Da janela enquanto danço é uma versão da Tabacaria de Fernando Pessoa. Uma viagem fugaz por vários campos das artes entre a dança, a performance e a literatura. Um jogo, como a vida, fragmentado e uma leitura orquestrada a várias línguas, dançada a corpo, a carne e a sopro. Este projecto nasce da vontade de duas artistas portuguesas que a viver em Londres decidiram trabalhar juntas, uma performance artist e uma bailarina.

SAB.15 / 21h00

Consequences

EOSIN

Lagar da Quinta de São Vicente

EOSIN usa discos, gira-discos e uma mesa de mistura para combinar diversas sonoridades. No Exquisito revisita a sua mais recente partitura e combina-a com outras fontes sonoras ao vivo como voz e instrumentos de percussão. O concerto expõe, à medida que a composição ganha forma, a natureza combinatória da criatividade. Consequences é o resultado de um cadáver exquisito construído por uma pessoa e muitas apropriações.

SAB.15 / 22h00

O fim do teatro

Mário Redondo, Mia Tomé, Miguel Ponte, Pedro Saavedra, Rui Miguel, Sofia de Portugal

Auditório da Biblioteca - Sala Principal

O fim do teatro é o parar de fazer teatro. O ser verdadeiro com o que está mesmo a acontecer. Um director de teatro e uma grande actriz esquecem-se de que se conhecem há mesmo muito muito tempo. Encontram-se para fazer teatro, um espectáculo que quer ser o melhor teatro de sempre.

SAB.15 / 23h00

Sturqen + MMMOOONNNOOO

Lagar da Quinta de São Vicente

Com uma atitude energética puramente experimental, STURQEN + MMMOOONNNOOO propõem construir um momento sonoro improvisado onde os universos do noise, do power electronics e do sound design vão coexistir e dar a experienciar ao público os processos aleatórios da composição electrónica.

Todos os dias em permanência

2018 set_03

Tomaz Hipólito

Cozinha do Lagar

Tomaz Hipólito apresenta uma instalação site-specific numa antiga cozinha, recriando neste espaço um novo ambiente: um possível laboratório onde o elemento central de estudo é a água. O gesto de devolver ao espaço uma das suas principais funções, a da transformação, permite reinventar a experiência em torno da água, elemento básico e fundamental à vida. 2018 set_03 ocupa toda a dimensão do espaço com diferentes camadas sensoriais e níveis de experiência: a do artista, a do elemento em estudo, do espaço e, em última análise, a da consciencialização. Esta instalação será activada com uma performance dia 14 de Setembro às 19h30.

todos os dias / a várias horas

6 personagens à procura de um filme

Cristóvão Campos e Rita Rocha Silva

Auditório da Biblioteca - Aquário

Uma interpretação, por Rita Rocha Silva, do álbum 6 músicas à procura de filme de Cristóvão Campos, numa performance constituída por seis momentos de reflexão sobre o real e o ficcionado, a noção de identidade e de artificial.

Todos os dias em permanência

Antília

Carolina Pimenta

Pátio da Biblioteca

Carolina Pimenta apresenta fotografias em grande escala que remetem para a sua pesquisa durante uma viagem a São Miguel nos Açores. Uma etnografia emocional da ilha, usando a paisagem, a mitologia local e a geografia. Estas imagens, apresentadas em conjunto no foto livro Antília, contam a história de um amor impossível, o mito de dois amantes e tratam de forma não linear um estado sentimental, ainda hoje vivo e conectado à paisagem e vivência daquele local.

Todos os dias em permanência

Meanwhile, Here

Clara Imbert

Pátio da Biblioteca - Tanque

Clara Imbert apresenta uma instalação site-specific que recorre a objectos visuais e instrumentos de exploração espacial. Uma proposta que joga com a geometria do espaço, descontruíndo-o e aludindo a noções de percepção e perspectiva. O espectador é confrontado neste limite entre a ilusão, o reflexo e as linhas de focagem e desfocagem.

Todos os dias em permanência

Desarvorar

Francisco Pinheiro e Paulo Morais

Galeria e Sala do 1º Piso da Biblioteca

Atendendo à singularidade sonora de cada espécie de ave, os artistas desenvolveram uma série de trabalhos sonoros, reunindo diferentes objectos remanescentes da indústria e da paisagem costeira. No Exquisito apresentam a escultura cinética Fluxo migratório, dois vídeos performance, Avepeixeave e Voo Picado e, ainda, a escultura sonora Chilrear de Mesa, esta activada numa performance exterior no dia 14 de Setembro às 18h30. Algumas das obras são ainda acompanhadas de uma selecção de livros da própria Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em torno das aves, fragilização dos ecossistemas e o impacto da actividade humana. A selecção dos livros será feita por Álvaro Fonseca, investigador na área das ciências da vida e colaborador do West Coast.

Todos os dias em permanência

Incertezas Absolutas nas artes visuais

Por vários espaços do Exquisito

Um conjunto de artistas ocupa vários espaços do Exquisito, habitando o percurso que vai desde a Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro até ao Metro de Telheiras. Este grupo heterogéneo apresenta desde escultura, vídeo ou instalação, questionando a importância da incerteza na criação e a ambiguidade, contradição e erro que esta permite.

ABCC, Bárbara Bulhão, Diogo Bolota, David Oliveira, João Viotti, Mariana Dias Coutinho, Xana Sousa

Todos os dias em permanência

Exposição Instantânea

Por vários espaços do Exquisito

10 instagramers revelação convidados mostram como se sentem Depois das Certezas Absolutas com novos trabalhos originais todos os dias.

@calvet_scenesfromamemory, @davidaba, @eyes.of.rita, @lippesim, @margaridareispereira, @mariana.procha, @matilde__cunha, @matildeviegas, @miguelvmiguel e @_osowa

  • Joana Gama e Luís Fernandes

    Desde o álbum de estreia QUEST (2014) que Joana Gama e Luís Fernandes mantêm uma colaboração regular que cruza o piano e a electrónica. Nos últimos anos o duo fez bandas sonoras e, com Ricardo Jacinto, editaram HARMONIES (Shhpuma, 2016). Em Abril lançaram at the still point of the turning world pela editora australiana Room40.Fot

  • Tomaz Hipólito

    Nasceu em Lisboa em 1969, onde vive. Estudou arquitectura. O seu trabalho aborda as questões do espaço, a sua ocupação e transformação. Mapeia o gesto de forma a criar um novo território, designado de intervalo, que se situa entre a subjectividade e a experiência. Usa vários meios como a fotografia, vídeo, performance, pintura e desenho para melhor revelar o conceito de cada trabalho. Todo o processo se torna parte do trabalho. Como os gestos, todos os trabalhos são obras únicas.

  • STURQEN

    STURQEN é um projecto de música electrónica exploratória composto por César Rodrigues e David Arantes. As composições, difíceis de classificar têm as máquinas analógicas como ponto de partida. Quando experienciado ao vivo, STURQEN é um confronto incerto entre a improvisação e a anarquia sonora.

  • MMMOOONNNOOO

    MMMOOONNNOOO é um dos nomes emergentes de uma Lisboa rica nos mais diversos extremos e fronteiras da criação "sem género”. Autor de uma eletrónica que deixa transparecer a sua educação "metaleira" – ambiental, hipnótica, mas sempre sustentada por uma base rítmica crua e assertiva – validada e aprimorada pela residência na Red Bull Music Academy de Tóquio em 2014 e ampliada na sua dimensão colaborativa em vários encontros ao vivo e em estúdio com nomes como Polido, OWWK, CRUA, Bangkok Snobiety ou Joaquim Albergaria.

  • Clothilde

    Sofia Mestre nasceu em Lisboa e desde criança que desenvolveu um interesse diversificado por melodias, harmonias e ritmos. Na sua vida, pessoal e profissional, o universo dos sons, da música, das cores e das imagens tem marcado presença de forma constante. É na obsessão pelos padrões e texturas que o paralelismo som vs imagem ganha maior expressão. Quando integrou o coletivo Fungo passou a desenvolver, ainda mais, esta dicotomia.

  • Die Von Brau

    Die Von Brau é o projecto de Sérgio Faria focado em música electrónica. Viveu em Londres entre 2012 a 2015 onde concebeu Inércia, o seu primeiro LP. Editou dois álbuns de música ambiente, "Dedication for Project 1 e 2", o primeiro aclamado como um dos melhores álbuns de 2015 pela crítica. Desde aí tem tocado ocasionalmente em festivais ligados a som alternativo e experimental, como o Semi-Breve e Jardins Efêmeros. Em 2017 fez uma residência na prestigiada Elektronmusikstudion EMS em Estocolmo, partilhando estúdio com Posh Isolation, Gabór Lázár, Pan Daijing, entre outros.

  • Luísa Amorim

    Luísa Amorim é licenciada em teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa. Desenvolveu uma prática artística, em conjunto com outras actrizes, com o nome encenação em tempo real, um jogo entre encenador, actores e público em que parte do espectáculo é criado em palco por todos eles. Em Londres, onde vive, aproxima-se da Performance e da Live Art e cria os seus espectáculos explorando as noções de real e tempo real.

  • Rosana Ribeiro

    Rosana Ribeiro é natural de Lisboa. Começou os seus estudos artísticos no Chapitô e licenciou-se em Dança Contemporânea na Northern School of Contemporary Dance, UK. Foi intérprete para vários autores e fez parte de produções na Royal Opera House e English National Opera. Criou e interpretou o solo Fuel e coreografou a peça Plastisphere. Integrou o elenco de A Festa da Insignificância, La nuit tous les chats sons gris e co-criou a peça Peso Abstracto do Tempo e Vozes que Movem.

  • Auéééu

    A companhia auéééu-Teatro, fundada em 2014, ambiciona estruturar um programa coletivo de criação teatral com vista a desenvolver uma dramaturgia de autoria própria baseada no cruzamento de saberes e linguagens. Procura também desenhar territórios de encontro através do que se pode chamar «corpo sensível», um corpo que sente e pensa enquanto escreve.

  • Catarina Rôlo Salgueiro

    Nasceu em Lisboa em 1991. É diplomada em teatro pela ESTC. Co-criou o colectivo artístico Os Possessos. Como actriz, trabalhou com encenadores como Maria João Luís, Maria Duarte e Ricardo Neves Neves. Em televisão, fez parte do elenco da peça televisiva A Preceptora, de Ricardo Neves-Neves. Participou na série televisiva Três Mulheres e fez parte do elenco da longa metragem Verão Danado, de Pedro Cabeleira.

  • Isabel Costa

    Nasceu em 1992. É diplomada em teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema e em Crossways in Cultural Narratives. É membro do grupo de teatro Os Possessos desde 2014. Trabalha como atriz e como produtora de exposições. Apresentou em 2017 “Estufa Fria - A Caminho de uma Nova Esfera de Relações” na Bienal de Jovens Criadores, e assina a curadoria do Projeto Manifesta do coletivo Os Possessos. Actualmente é coordenadora da Galeria Primner em Lisboa.

  • Leonor Buescu

    Licenciada em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Estagiou no departamento de produção da companhia Artistas Unidos, trabalhou como assistente de encenação de João Perry e Diogo Infante no espectáculo Quem Tem Medo de Virigina Woolf e fez a produção do espectáculo Sonho de Uma Noite de Verão, encenado por Luís Moreira, no Teatro do Bairro. Com Os Possessos escreveu O Novo Mundo, apresentado na Culturgest.

  • Mia Tomé

    Nasceu em 1994. É licenciada em teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian em Nova Iorque e é mestre em Educação Artística pelas Belas Artes de Lisboa. Trabalhou com encenadores como Jorge Silva Melo, Lígia Soares ou João Pedro Mamede e participou como actriz em filmes como Ramiro, de Manuel Mozos, Como Fernando Pessoa Salvou Portugal, de Eugenne Green ou Montanha de João Salaviza.

  • Nídia Roque

    Licenciada pela Escola Superior de Teatro e Cinema, iniciou a sua formação na Escola Profissional de Cascais em 2008. É membro do coletivo Teatro da Cidade. No teatro trabalhou com encenadores como Jorge Silva Melo ou Luís Miguel Cintra. No cinema, recentemente, participou em Ramiro de Manuel Mozos.

  • As Crianças Loucas

    As Crianças Loucas são uma companhia de Teatro fundada por João Cachola e Vicente Wallenstein. Estrearam o seu primeiro espectáculo “E toda as crianças são loucas” na Escola de Mulheres (Clube Estefânia) em Dezembro de 2017.

  • Carolina Pimenta

    Nasceu em 1988 no Porto. Formou-se na Leeds Collage of Art & Design em Comunicação Visual. Em Nova York, trabalhou em áreas como produção, vídeo, fotografia e colagem. O seu trabalho em fotografia é uma combinação de um diário social que pode ser seguido no seu blog lludus e experimentação com instalação, performance, livros, colagens digitais e físicas. O seu trabalho tem duas vertentes distintas, a auto-reflexão e identidade e a investigação de novos territórios, interacção social e representação do corpo humano. Questiona e examina as relações entre a juventude, a vida moderna, humana e natureza. Vive em Lisboa onde trabalha em vários projectos.

  • Diana Combo (Eosin)

    Diana Combo explora o som e a música em vários contextos criativos e multidisciplinares. Movimenta-se dentro e fora do âmbito académico (é licenciada em Som e Imagem e aluna de mestrado em Artes Musicais) em Portugal e além fronteiras. As suas várias experiências sonoras e performativas têm cruzado o conhecimento mais intuitivo e DIY com a teoria e a aprendizagem específica de cada forma de expressão. O resultado é a consolidação de uma abordagem experimental ao som que se tem manifestado em práticas de turntablism e apropriação sonora, edição e design de som, composição e interpretação, instalação e vídeo, entre outras.

  • Francisco Pinheiro

    Francisco Pinheiro (Lisboa, 1981) é artista plástico. A partir da escultura, desenho e texto, tem investigando em torno de narrativas colectivas, paisagem e seu significado.

  • Mestre André (O Morto)

    Artista sonoro, mestrado em Artes Musicais pela Universidade Nova de Lisboa com investigação no seio da World Soundscape Project (SFU, CA). Apicultor envolvido no pensamento ecológico da estética em contextos naturais, tem explorado estéticas de rotura, com trabalho teórico sobre ‘estéticas sociopolíticas do ruído e da arte’. Publicou recentemente o artigo “Towards a Rewilding of the Ear”, pela Organised Sound journal. Desenvolve também trabalho como eld-recordist, performer, compositor e sonoplasta para lme, dança, performance e teatro. Na música, tem composto trabalho sonoro electroacústico para sistemas multi-canal como O Morto, tocado electrónica improvisada como Alacrau e produzindo beats como Notwan. Pertence às bandas Alforjs, Jibóia, Banha da Cobra e Baphomet.

  • Paulo Morais

    Paulo Morais (Paris,1977) teve um percurso inicial ligado à percussão e construção de instrumentos, nos últimos anos tem desenvolvido instalações sonoras que partem de uma relação com o lugar.

  • Clara Imbert

    Clara Imbert (1994) é uma artista francesa, formada em Belas Artes na Central Saint Martins, Londres, actualmente a viver em Lisboa. O seu trabalho baseia-se nas noções de espaço e perspectiva, sobretudo utilizando imagens fotográficas e transformando-as através de uma ampla gama de meios, como a escultura, instalações e imagens em movimento. Ao trabalhar essencialmente com instalações específicas, o trabalho de Imbert joga com os nossos sentidos para revelar o que nos escapa da consciência.

  • Rita Rocha Silva

    Nasceu em 1994 em Oliveira de Azeméis, Aveiro. Concluiu o Curso Profissional de Artes do Espectáculo – Interpretação, pelo Conservatório de Música da Jobra, em Aveiro e formou-se como actriz pela Escola Superior de Teatro e Cinema, Lisboa. Fez parte do Projecto Europeu Under 25 Routes com a companhia João Garcia Miguel. Participou no Gatilho da Felicidade, de Ana Borralho & João Galante, no Duelo, de Miguel Moreira/Útero, em Sim, tenho em mim reunida toda a maldade do mundo, de Tiago Vieira, Casimiro e Carolina, de Tonan Quito e I'm so Excited! de Mário Coelho. Em cinema, trabalhou com Pedro Cabeleira no Verão Danado, David Rebordão na curta-metragem Your Turn e com o Comicalate na série Frágil. Desde muito cedo que complementa a sua formação com dança e, de momento, continua o seu percurso no Jazzy Dance Studios.

  • Cristóvão Campos

    Começou, de forma acidental, pelo cinema com a curta-metragem 1975 de Manuel João Águas, em 1999. Seguiram-se várias participações em séries e novelas de televisão, no cinema e teatro. Em televisão, integrou o elenco de projectos como Uma Aventura, O Bairro da Fonte, Olhar da Serpente, Pai à Força, Conexão, telefilme de Leonel Vieira, a série Filhos do Rock e a novela Coração D´Ouro. No cinema integrou A Passagem da Noite, Lá Fora e Sorrisos do Destino e curtas metragens como O Nylon da Minha Aldeia, Renaissance, Pátio das Cantigas e, mais recentemente e com estreia marcada para este ano, Pedro e Inês. No teatro participou em Harper Regan, no Teatro Nacional D. Maria II, Hanna e Martin e Senhor Puntila e seu Criado Matti e, ainda, Mechanical Monsters. É também músico e tem vindo a criar bandas sonoras para dança e teatro com Rui Neto, Marcantonio del Carlo, Joana Antunes e recentemente com o Gerador, nos prémios Insties Gerador.

  • BLEID

    Projecto de música electrónica, live act e DJ iniciado em 2015. Habituada a diversos contextos, BLEID toca ocasionalmente nas infames noites lisboetas da Príncipe Discos, é residente da festa techno queer Mina e realiza mensalmente o seu programa Dismantle na Rádio Quântica.

  • Sérgio Coragem

    Sérgio Coragem licenciou-se em Teatro, no ramo de actores, em 2014, pela ESTC. É aluno do programa de mestrado de Teoria da Literatura (FLUL), co-fundador do colectivo auéééu - Teatro e co-autor de vários espectáculos dessa companhia. É professor convidado da Universidade Lusófona desde 2015, onde lecciona Expressões Artísticas.

  • Rui Paixão

    Formado em teatro pela Academia Contemporânea do Espetáculo. Começou o seu percurso profissional em 2014/2015 com a companhia de artes de rua Radar 360o e como criador independente. Investiga e explora novas possibilidades para a linguagem do clown contemporâneo e do teatro físico, sempre com foco na criação artística para o espaço público. Aos 20 anos foi considerado pelo Imaginarius a revelação das artes de rua em Portugal e venceu o prémio OFF CIRCADA em Sevilha como artista emergente no circo contemporâneo. Destaca ainda o prémio recebido em 2017 na Feria de teatro de Castilla e León para melhor espetáculo de rua. Tem percorrido vários festivais em países como Espanha, França, Alemanha, Holanda, Escócia, Suécia e Polónia.
    No nal de 2018 vai juntar-se ao Cirque du Soleil numa nova criação em Hangzhou na China, tornando-se o primeiro português a integrar a companhia como criador original./

  • André Hencleeday

    Uma peça acerca dela mesma com André Hencleeday ao piano e na direcção, Carlos Santos na electrónica e objectos amplificados, Emidio Buchinho na guitarra eléctrica expandida e Abdul Moimême na guitarra eléctrica e outros objectos.

  • David Afonso - @davidaba

    22 anos nascido e criado em Olhão no distrito de Faro, Algarve. Sempre teve grande interesse pelo mundo das artes, desenho, cinema e fotografia, o que o fez seguir o curso de Artes Visuais no secundário e, posteriormente, o curso de Som e Imagem na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha. O seu trabalho é altamente inspirado pela moda, imagem conceptual e cinema. De entre diversas áreas de fotografia perpetua-se uma hegemonia da fotografia autoral, da expressão pessoal, com o seu próprio olhar e com base nas suas influências.

  • Matilde Cunha - @matilde__cunha

    A Matilde tem 22 anos e é natural do Porto. Frequentou a Escola Artística Soares dos Reis onde se especializou em fotografia. Dividida entre o Porto e Lisboa, estudou fotografia no IADE e completou o curso avançado em fotografia no Ar.co. Neste momento encontra-se no Porto, onde vive e trabalha como freelancer.

  • Matilde Viegas - @matildeviegas

    Mestre em Bioquímica e actualmente doutoranda em Química Teórica. Fotógrafa auto-didacta, começou a usar a Nikon FM2 de uma amiga em 2008, apaixonou-se pela fotografia analógica e é com isso que preenche o tempo que passa fora do laboratório. Cedo se apercebeu que é incapaz de fazer uma só coisa e por isso é incapaz de escolher entre fotografia e ciência. O seu trabalho é dependente da intimidade e empatia que encontra no dia-a-dia, focando-se nas pessoas que mantém próximas. O uso de filme é chave para o seu trabalho: pelo processo, pela fisicalidade e pela espera.

  • Miguel Miguel - @miguelvmiguel

    Porto, 1993. Artista visual e fotógrafo que vive e trabalha entre Porto e Lisboa. Iniciou a sua formação no curso artístico especializado em comunicação audiovisual - fotografia, na Escola Artística Soares dos Reis. Frequentou a licenciatura em Tecnologias da Comunicação Audiovisual na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto, finalizando esse mesmo curso na Antuérpia, Bélgica. Actualmente, finaliza o Mestrado em Arte Multimédia, vertente de Audiovisuais, na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Participou em várias exibições ou exposições coletivas, nomeadamente em “Ondas numa corda”, no Fórum Maia (2008), na Galeria Atelier Geraldes da Silva com o projeto “WIP - The Portfolio Project”(2010), no Centro Português de Fotografia com o “Projeto 15” (2015) e na “Matinés à Tetris ll” no Tetris Porto (2018). A sua primeira exposição individual, com o nome de “Meta-Terrenos” esteve presente na FBAUL no âmbito do projeto de mestrado (2018).

  • Margarida Reis Pereira - @margaridareispereira

    Nasceu em Lisboa, em 1990 e é arquitecta. Depois de se formar, viveu e trabalhou primeiro na Antuérpia e, mais tarde, em Londres. A descoberta de novos contextos despoletou uma maior vontade pela sua exploração e documentação, através da fotografia. E simultaneamente, pela definição de um estilo próprio, minimal. Actualmente, reside em Lisboa, uma cidade que redescobre e que a inspira. A par da arquitectura, a fotografia tornou-se também uma forma de expressão e criação. Interessa-lhe olhar e compreender os espaços e as suas dinâmicas: a percepção dos limites, a dicotomia entre luz e sombra, cheio e vazio e a reflexão sobre comportamentos e interacções. Em última instância, pretende, através destes exercícios, despertar uma visão diferente sobre a arquitectura, o quotidiano e o banal.

  • Mariana Rocha - @mariana.procha

    Nascida em 1994 na cidade do Porto. Estudou Comunicação Audiovisual na Escola Artística Soares dos Reis e licenciou-se em Artes Visuais - Fotografia na ESAP. Trabalha maioritariamente com fotografia explorando o auto-retrato, a auto-biografia, o íntimo, o corpo e o espaço. As suas imagens são essencialmente feitas com analógico nos mais variados formatos.

  • Rita Neves - @eyes.of.rita

    Não é uma certeza absoluta que @eyes.of.rita se chame Rita Cruz Neves e tenha nascido em 1977. Ninguém conseguiu efectivamente confirmar que seja licenciada em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa ou que tenha desenvolvido inúmeros projectos para museus, instituições culturais e EGEAC. Há quem diga que tomou contacto com a fotografia ainda na adolescência e que nunca mais conseguiu parar de fotografar. Consta que expôs na Galeria Paula Cabral, no Circulo de Letras, na Galeria SPGL com o seu projecto fotográfico "Working Class Hero" e porventura no Museu Nacional de Arqueologia e na Maire de Carnac com o projecto documental “Paisagens Megalíticas”... mas podem ser apenas 'fake news'.

  • Inês Mota - @_osowa

    Inês F Mota de 26 anos, licenciada em Design de Comunicação na Faculdade de Belas-Artes em Lisboa. Terminou o curso em Lódz na Academia Sztuk Pieknych onde consolidou o seu lado mais craft no Design Gráfico. Em 2014 lançou uma marca própria, a SO SO, marca de moda onde criava e desenvolvia as suas peças. Em 2016 começou a trabalhar como Directora de Arte em marcas nacionais e internacionais como Super Bock, Farmácias Portuguesas, NOS, Ageas. Em 2017 começou a Osôwa, onde combina a criatividade e o divertimento numa página de Instagram.

  • Philippe Simões - @lippesim

    Philippe Simões, 28 anos. Nome francês, mas de alma portuguesa. Mudou-se para Portugal quando tinha 10 anos. Vive no Porto há dois. Estudou design editorial em Tomar. A fotografia revelou-se uma das suas grandes paixões, juntamente com design, arquitetura e as áreas artísticas à volta. Não se considera ainda fotógrafo mas é algo que tem vindo a aprimorar, autonomamente, a nível pessoal e profissional.

  • Sofia Calvet

    Nasceu em 1998 e vive actualmente em Viana do Castelo. Estudou piano, jazz e canto livre e participou em actividades como desporto, teatro e música, o que contribuiu para alargar horizontes. No final do 9º ano, adquiriu a sua primeira máquina fotográfica, começando por fotografar o dia-a-dia na cidade. Durante o ensino secundário, começou a fazer trabalho fotográfico original, usando o Photoshop e misturando fotografia com manipulação digital para criar conceitos e imagens além do real. Colaborou em pequenos projectos musicais e actuou em vários eventos. No seu mais recente trabalho original juntou música e fotografia/vídeo. Realizou uma série de 3 curtas, co-realizou e filmou videoclipes para diferentes artistas, mostrou o seu trabalho em várias exposições, fez cobertura fotográfica em eventos e produziu na área do design gráfico. Expõe também o seu trabalho online. Hoje estuda Bioengenharia na Faculdade de Engenharia do Porto, mantendo actividades como freelancer em fotografia e vídeo.

  • Fado Bicha

    O Fado Bicha é um projeto musical e activista, criado por Lila e João Caçador, que assumem, respetivamente, a voz e a instrumentação. A criação artística centra-se no fado e bebe inspiração nas histórias de como este acontecia no início do século XIX, cantado em bordéis e tascas duvidosas, expressão livre das angústias do povo, folhetim dos mais destituídos. Usando o fado como ferramenta maleável, o Fado Bicha dá voz e som a narrativas da comunidade LGBTI em Portugal, tão pouco visíveis. Assume-se como um projecto político de representatividade e questionamento de regras e barreiras, sociais e artísticas.

  • Bárbara Bulhão

    Évora, 1992. Licenciou-se em Escultura na Universidade de Évora e concluiu o mestrado em Estudos de Escultura, na FBAUL. Cursou Independent Study Programme Maumaus – Escola de Artes Visuais, em Lisboa (2016). Hoje vive e trabalha em Lisboa. Participou em exposições individuais e coletivas como: Água temperamental, Zaratan- Arte contemporânea (2018),The soft show, Kolder (Gant, 2018), WIP, MUTE, Lisboa, Double, Museu Geológico (Lisboa, 2017) Sugar shock, Budapest Galéria, (Budapeste, 2017), RE TORNAR TERRA, Galeria Bangbang (Lisboa, 2016), Ciclo Try Better, Fail Better’15 - Exposição de Escultura (Lisboa, 2015), Palavras na Cidade, na Carpe Diem Arte e Pesquisa (Lisboa, 2014). Participou no FUSO, em colaboração com a Fundação EDP/ MAAT (Lisboa, 2017), no Intercâmbio Lisboa-Budapeste (Budapeste, 2017), e na publicação ENTKUNSTUNG I, A Year Book - Entkunstung Journal (Áustria, 2017). Foi vencedora do Prémio Relevação D. Fernando, no Museu das Artes em Sintra e do concurso Artes e Talentos 2016, com a exposição Demanda no Palácio das Artes, no Porto.

  • Xana Sousa

    Lisboa, 1986. Artista plástica, licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa e mestre em Criação Artística: Realismos e Contextos pela Faculdade de Belas Artes de Barcelona. Desenvolve o seu trabalho no campo do desenho e da pintura, fazendo intervenções sobre papéis, tecidos e objectos antigos, baseando o seu processo na relação entre Sujeito, Objecto e Espaço, interligados pelo conceito de memória. Paralelamente ao trabalho individual estabelece parcerias co-autorais com outros artistas e instituições. É uma das artistas co-fundadoras do Colectivo Tempos de Vista que, desde 2008 tem procurado lugares históricos e adormecidos no país para lhes dar novas perspectivas artísticas. Fundou em 2015 o Atelier Contencioso com mais três artistas, com quem partilha o espaço de trabalho e a autoria das intervenções artísticas do Rio Maravilha, a instalação Mamba de Jameson na fachada da Pensão Amor e a pintura mural Das Dez Ao Meio Dia, em Óbidos.

  • Diogo Bolota

    Lisboa, 1988. Conclui em 2012 a licenciatura em Arquitectura na Universidade Técnica de Lisboa e em 2013 o Master in Drawing em Wimbledon College of Arts na University of the Arts London. A sua prática vê-se marcada pela sua formação em arte e arquitectura. Partindo do desenho segue todo o tipo de expressões. Interessa-lhe a transformação dos objetos por via de personificações dos mesmos. Expõe regularmente desde 2014. Participa nas colectivas Canto Chanfrado (Avenida 211, Lisboa 2014) e Babel (Miguel Justino Contemporary Art, Lisboa 2016), Nome do meio (Moradia, Lisboa 2018). Expõe a solo Sabotagem na Maus Habitos (Porto 2015), Objectar, no Museu Geológico (Lisboa 2016), Esgravatar, no Museu Medeiros e Almeida (Lisboa 2016), Sinalefa, no Museu de Arte Contemporânea (Sintra 2016). Em 2017, foi seleccionado pela Fundação de Serralves para o Prémio Novo Banco Revelação.

  • João Viotti

    JOÃO VIOTTI 1993. Lisboa. Poeta Póstumo Profissional. Concedida licença para fazer Escultura {FBAUL 2013}. Contemplou com a Maumaus {2015}. Consignado mestre de Artes Multimédia {FBAUL 2016}. Cientista Social Auto-Proclamado {Juros Quinzenais: Residência artística no BANCO –Lisboa 2017}. Curador/Colaborador {Zaratan Arte Contemporânea: Ciclo “MOLIO”–Lisboa; “Hotel Santo Isidro”–Porto}, fundador {PHLORYSTA - Lisboa} e co-criador {Bempostinha 25B – Lisboa; Atelier SantoIsidro –Porto}.

    O bom phlorysta, abancado e bemposto, faz biscates na conciergerie. Fabricante de objectos-úteis-de-outra-forma. Joga duplamente; sabota. Calça o 45 de bota. Cara simpática; não anda de mota.

  • Mariana Dias Coutinho

    Lisboa, 1978. É artista, co-fundadora de A-F-Á-B-R-I-C-A Centro Cultural e Ambiental, membro do conselho administrativo da Project Earth Association, fundadora e gestora do SP121, um espaço de estúdio de artistas em Lisboa, bem como directora do departamento de cerâmica da MArt - espaço para projeto, aprendizagem e experimentação artística. Frequentou o Programa de Estudos Independentes da MAUMAUS (2018), o curso Performance Arte Portuguesa: performers e performances da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e o curso de Pintura e Desenho no Ar.Co. É formada em Conservação e Restauração pela Universidade Nova de Lisboa (2001/04). No seu trabalho aborda o corpo como um dispositivo para investigar contextos sociais e espaciais e as diversas manifestações fenomenológicas do Ser. O seu trabalho tem sido exibido, desde 2008, em exposições colectivas e individuais, como “oh si cariño”na Galeria Sá da Costa, “I’m not here nor there” no Casino Lisboa, “Sonho muito, durmo pouco" na Fundação PT, “Artemar” em Cascais, Portugal, “Escalas desejáveis”no Museu de História Natural e Ciência, “Campanha” na Casa-Museu Medeiros e Almeida, “Land Art 2016”na Quinta do Pisão, Cascais, “Vaga Luz”na Casa Museu Medeiros e Almeida Lisboa, Portugal (2015), “O passeio, a escuta e o respirar da acção" no Espaço Mira, Porto. O seu trabalho tornou-se também parte de várias colecções públicas e privadas, nomeadamente Fernando Figueiredo Ribeiro, Fundação PT e Fundação D. Luís I.

  • ABCC (Alexandre Camarao + Bernardo Simões Correia)

    Os ABCC são formados pela dupla de artistas plásticos Alexandre Camarao e Bernardo Simões Correia. Na plataforma Instagram, têm criado imagens e vídeos a partir de elementos oriundos do lixo e ouro digitais, ou seja, de tudo. Recusam a hierarquização das imagens. Por outro lado, procuram neste lixo/ouro um aspecto escondido, que poderásobressair em tensão com outra imagem ou com um tratamento específico. Usam ferramentas de criação digital comuns mas com metodologias “erradas”.

  • Pedro Saavedra

    Nasceu em 1976. Formado pela Escola Superior de Teatro e Cinema, trabalhou como actor em várias companhias de teatro, como a Companhia de Teatro de Almada, o Teatro da Comuna, a Companhia Teatral do Chiado e a companhia argentina Escena Subterrânea. Foi assistente de Vlado Repnik em vários projectos na Eslovénia. Foi director artístico do projecto PROTO na cidade da Amadora. Participou em várias telenovelas, séries e lmes portugueses. Foi programador do projecto PT Bluestation na estação de metro da Baixa-Chiado em Lisboa. É um dos fundadores da Associação Cultural Gerador, onde é director artístico.

  • Mário Redondo

    Mário Redondo é actor, cantor e encenador. Estudou teatro na Escola Superior de Teatro e Cinema, e canto na Escola de Música do Conservatório Nacional. Trabalha desde 1992 em praticamente todas as áreas de actividade de um actor-cantor: teatro, cinema, televisão, dobragem, locução, concerto, ópera e musical. Na área do teatro, destacam-se os espectáculos “Kvetch”, de Steven Berkoff, “O Misantropo”, de Moliére, “O Príncipe de Homburgo”, de Kleist e “Ensaio Aberto”. Em 2008 foi nomeado para o Globo de Ouro de Melhor Actor de Teatro pelo seu trabalho em “Sweeney Todd”. Além de representar e cantar, encena teatro e ópera desde 1987, colaborando com instituições como o Teatro Nacional de São Carlos, Chapitô, Festival Zêzere Arts, a EMCN e o Gerador.

  • Sofia de Portugal

    Licenciada em Formação de Actores e Encenadores pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Actriz, cantora, encenadora e professora há mais de 20 anos. Estreou-se profissionalmente na Ópera Blimunda, no Teatro Nacional de São Carlos, a convite do “Scala” de Milão e logo depois é convidada para protagonizar a Ópera dos Três Vinténs, de Brecht/Weil, com encenação de João Lourenço e coreografia de Olga Roriz, no Teatro Aberto. Trabalhou com vários encenadores como: Ana Nave, António Pires, Carlos Pessoa, Fernanda Lapa, Fernando Gomes, Fernando Heitor, João Lourenço, José Carretas, José Peixoto, Juan Fond, Maria Emilia Correia, Nuno Carinhas, Paulo Matos e Rui Mendes, entre outros. Desde 2003 que trabalha enquanto encenadora. Em televisão participou, desde 1992, como actriz e directora de actores em diversas novelas, séries e telefilmes. Em 2002 é nomeada para o Prémio de Melhor Actriz de Teatro nos Globos de Ouro. Lecciona desde 1997 Interpretação e expressão dramática, sendo hoje professora residente na ACT - Escola de Formação de Actores.

  • Miguel Ponte

    Começou por integrar grupos de teatro escolar e universitário com Ana Oliveira, Marcantonio del Carlo (ArTeC-FLUL) e Marina Albuquerque (GTN). Foi fundador e encenador do grupo de teatro universitário Tubo de Ensaios, na FFUL. Na Escola Superior de Teatro e Cinema teve oportunidade de trabalhar com Jean Paul Bucchieri, Francisco Salgado, Carlos Pessoa, Maria Sequeira Mendes, entres outros, abordando autores tão variados como Tchékhov, Brecht, Shakespeare, Beckett e Pirandello. Paralelamente, fez formações com Miguel Loureiro, João Fiadeiro, Patrícia Portela e José Maria Vieira Mendes. Profissionalmente foi actor e assistente de encenação de Ricardo Neves-Neves no espectáculo Sebastião e Sebastiana, desenvolveu dois espectáculos para o Teatro Rápido, Folhas e não Credos e Nu Palco. Tem colaborado assiduamente com o Teatro da Garagem, encenado o Grupo de Teatro Sénior, participando em leituras encenadas no âmbito do Eurodram e em visitas infantis ao Teatro. Actualmente encontra-se, como actor, no projecto Atmavictu, em residência no Teatro da Garagem, com estreia em Abril no Try Better, Fail Better ‘18.

  • Rui Miguel

    Nasceu em 1968 em Lisboa, onde cresceu e estudou. Nos anos 80, com o aparecimento das rádios piratas colaborou em algumas rádios locais de Lisboa, o que o levou à Rádio Universidade Tejo, onde realizou várias emissões dedicadas à divulgação de música da época. Em 1987 entrou para o curso de formação de sonoplastas e operadores de som da rádio TSF, e nos anos 90 começou a trabalhar em pós-produção audio para televisão, rádio e gravação de música no estúdio Magisom. Em 1996 passou a trabalhar no estúdio Páteo das Cantigas, também como sonoplasta, onde realizou vários trabalhos de publicidade, gravação de música e locuções para documentários. Na década de 2000 cria o estúdio Dizplay, em conjunto com outros companheiros de profissão, onde continua a desenvolver o trabalho de sonoplasta. Colabora com a rádio Oxigénio, onde dá voz a alguns dos indicativos e promoções da estação. Gosta ainda de fotografar na rua para o Instagram. Ouvir e descobrir música, nova ou antiga, é um dos seus hobbies quer seja no Spotify ou na Feira da Ladra.

  • VENDAS DE BILHETES E INFORMAÇÕES

    Vão existir duas zonas onde podes comprar passes, bilhetes diários ou simplesmente obter informações exquisitas. O balcão principal está situado na zona exterior do Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro, enquanto que o segundo balcão está à entrada do Lagar da Quinta de São Vicente. Ambos estão identificados com um letreiro a dizer BALCÃO EXQUISITO. O balcão principal está aberto entre as 17h e as 23h30 e o segundo balcão entre as 19h e as 23h30, diariamente. Também podes comprar passes e bilhetes diários aqui. Um passe para os 3 dias custa 15 eur e um bilhete diário custa 8 eur.

  • DESCONTO SÓCIO GERADOR

    Os Sócios Gerador têm acesso a vantagens no preço dos bilhetes do Exquisito. Para Sócios Gerador, o passe custa 10 eur e o bilhete diário 6 eur. Para usufruíres do desconto basta apresentares o Cartão de Sócio Gerador na bilheteira do Exquisito ou, comprando online em gerador.eu, indicares durante a compra o código promocional exclusivo para Sócios Gerador.

  • HORÁRIO

    O Exquisito abre as suas portas a partir das 19h e fecha pela meia-noite. Mas todos os dias estará na rua a partir das 18h30 com iniciativas públicas e gratuitas. Dias 13, 14 e 15 de setembro de 2018.

  • RECINTO

    A zona central de Telheiras vai ser a casa do Exquisito durante 3 dias. Tudo vai acontecer entre a saída da Estação de Metro de Telheiras até à Rua Hermano Neves. Os espaços públicos serão intervencionados, com exposições fixas e com performances, e os espaços reservados para as iniciativas exquisitas estarão disseminados por aqui. Destaque para a Biblioteca Orlando Ribeiro, o Auditório que lhe é vizinho e o Lagar da Quinta de São Vicente como os anfitriões principais do Exquisito.

    Clica no mapa para ampliar:
    Mapa do recinto

  • COMIDA, BEBIDA E ZONA DE ESTAR

    No lindissimo pátio da Biblioteca Orlando Ribeiro vamos ter uma zona de estar exquisita criada pelo Depois, um grupo de pessoas de diversas áreas que apelam à consciencialização ambiental e à gestão do desperdício, criando um fim digno e útil para materiais que já serviram o seu objectivo primário. No Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro teremos o bar principal, com petiscos e bebidas de inspiração portuguesa que prometem deixar qualquer estômago tranquilo. No Lagar da Quinta de São Vicente teremos um bar de apoio à zona performática.

  • TRANSPORTES

    Não há esquisitices no que diz respeito aos transportes. Há de tudo. É muito simples vires de bicicleta, com ciclovias que vêm do lado de Carnide e do lado do Campo Grande.

    As Estações Gira 484 e 486 estão mesmo em cima da zona do recinto do Exquisito.

    Metro é, também uma excelente opção. É só seguir a linha verde e procurar pela Estação de Telheiras, que está aberta até à 1 da manhã. Atenção que a frequência de comboios no Metro é entre 6 e 12 minutos, dependendo dos horários.

    Se o autocarro for a tua cena, só tens de sair na paragem de Telheiras através de três carreiras disponíveis: - 747 (último autocarro por volta das 00h30)- 767 (último autocarro por volta das 00h45)- 778 (último autocarro por volta das 21h20 e não funciona ao sábado).

    Apesar de ser a opção que menos aconselhamos, havendo fartura de outras, também podes vir de carro e estacionar gratuitamente, já que a EMEL não mora aqui.

  • RESTAURANTES COM MENUS EXQUISITOS

    Fomos à procura de restaurantes em Telheiras para criar menus especiais para os três dias do festival. Estes são os restaurantes onde vais encontrar menus Exquisitos:

    Kaffa
    Prof. João Barreira 11, 1600-635 Lisboa

    Manga Pimenta
    Prof. João Barreira 9, 1600-646 Lisboa

    Boémio Telheiras
    Prof. João Barreira 19, 1600-635 Lisboa

    Tailors Copos e Petiscos
    Prof. João Barreira 13, 1600-535 Lisboa

    Dreams Café
    Prof. João Barreira 31, 1600-535 Lisboa

Aqui podes comprar os bilhetes para o Exquisito e tens três opções: o passe geral, para os três dias ou os bilhetes diários para cada um dos dias. E não te esqueças que, se fores Sócio Gerador, tens acesso a preços especiais.